sexta-feira, 4 de outubro de 2013

CRIME CONTRA A HUMANIDADE PRATICADO PELA IGREJA CATÓLICA ROMANA

UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE, PRATICADOS PELA IGREJA CATÓLICA ROMANO

Recuso-me a chamar a INQUISIÇÃO de Santo Ofício ou de Santa Inquisição. Seria santa se inspirada por Deus ou a Seu serviço. Não foi de inspiração divina porque Deus é amor. Deus não gera o ódio nos corações dos homens. Ele não é a fonte do mal. Não foi de inspiração divina a Inquisição porque Deus não iria perseguir torturar e executar homens e mulheres que defendiam as Escrituras Sagradas, ou seja, a Palavra de Deus; não foi de inspiração divina porque muitos dos papas que direta ou indiretamente comandaram os massacres - papas, frades, monges, padres, cardeais (o clero romano) - não possuíam a direção do Espírito Santo, pois foram chamados de "antipapas" em razão do baixo nível moral em que viviam (adultério, imoralidade sexual, estupros, luxúria, etc). “Quem comandou a Inquisição ou os Tribunais Eclesiásticos foi o próprio Satanás”. O maior inimigo de Deus e do homem, ele, o Diabo, foi quem arquitetou esse plano diabólico nos palácios de Roma, pois ele era e é o mais interessado em algemar a Palavra de Deus; em não permitir a divulgação e propagação do Evangelho; em cristianizar o paganismo ou paganizar o cristianismo. A Inquisição teve, portanto, origem diabólica. O paradoxo é que esse crime contra a humanidade foi urdido no seio de uma igreja que se declarou infalível e dona da verdade. Em nenhuma outra época se assistiu com tanta realidade o cumprimento da profecia de Jesus: -"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos se escandalizarão, trair-se-ão mutuamente e se odiarão uns aos outros. Surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos... e este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Então virá o fim". (Mateus 24.9-14).

O cumprimento dessa profecia continua em andamento. Milhares de cristãos são mortos anualmente em todo o mundo. Mas, por outro lado, o evangelho do reino continua sendo pregado ("será pregado em todo o mundo"), mudando a vida de milhões de pessoas. As Cruzadas e a Inquisição mataram mais gente do que o nazismo na Segunda Guerra Mundial, na qual morreram seis milhões de judeus. Os massacres em nome de Deus vitimaram um número bem superior de pessoas classificadas de "hereges", acusadas de desenvolverem uma fé contrária à da Igreja Católica, de não aceitarem a "infalível" autoridade papal e de combaterem, ousadamente, a imoralidade, a ganância e a corrupção no clero romano. Não se tem notícia de que os assassinos da Inquisição tenham se submetido a um tribunal internacional para responder por seus crimes. Um ou outro papa foi preso e condenado, como no caso do Papa João XXIII (1410-1415) julgado e condenado pelo Concílio de Constança por cinquenta e quatro crimes da pior espécie. A História condena a todos, mas a justiça maior virá do céu: o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Justo Juiz, quando voltar, derramará seus juízos sobre a Terra, e os criminosos que morreram sem arrependimento e conversão receberão o merecido castigo. O sangue dos mártires estará sempre na lembrança dos homens. As perseguições e os massacres foram contra o próprio Jesus. Vejam o que disse Jesus a Saulo, este que perseguia os cristãos (Atos 9.4-5):
- Saulo, Saulo, por que me persegues? - Eu sou Jesus, a quem tu persegues.

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